As pragas que rogo a mim mesmo

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Sei que este título desta publicação parece estranho para muitos, mas ao longo do texto vão entender onde quero chegar.

Uma das questões que todos nós (sem excepção) colocamos a nós mesmo é “porque a mim?” ou “porquê comigo?”, sempre que algo menos bom acontece. A realidade é que nós abrimos porta a muita coisa que nos acontece.

Nota, não venho com isto ter um discurso mega positivista que o segredo é ver tudo com um filtro cor-de-rosa e mágico! mentira… tem tudo ligação à forma como o nosso centro estrutural está sólido ou frágil.

Vou na rua e acontece algo inesperado (quem nunca?), estando com uma estabilidade interna sólida esse assunto pode aborrecer o nosso humor, mas não será o fim do nosso dia! agora, quando a nossa estabilidade interna está comprometida, e esse assunto é algo mal resolvido internamente, ai sim, esse assunto vai trazer todo o “mau-olhado” e “má vibração” possível à nossa volta.

Quem rogou a praga em primeiro lugar? nós mesmo…

É por isso que o trabalho interno custa, dói, batemos com a cara tantas vezes no chão enquanto o fazemos, mas temos que continuar porque só assim ganhamos anti-corpos e a vibração necessária para lidar com o próprio universo!

Sempre sentirem que algo mexe mesmo convosco, não questionem “porquê eu?” digam “o que é que vem ao de cima em mim com esta situação?” … e deixem fluir dai a vossa auto-análise.

A magia disto tudo para quem realiza terapias como é o meu caso é de facto entender os padrões das pessoas que cruzam a nossa vida, e quanto do que vos dizemos é de facto algo para nós próprios ouvirmos!

Grato a todos vós que me permitem todos os dias ter mais consciência da minha estrutura, das minhas valências e das minhas fragilidades.

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