Iluminar a noite | Diwali 2020

Iluminar a noite | Diwali 2020

Este dia começou a ser celebrado por mim de forma extremamente casual, quase por piada, porque pessoalmente identifiquei-me com toda a celebração e rituais associados. Engraçado como uma meditação/celebração tão simples passou a ser uma referência para mim, assim como a imagem do Atlas. Há pessoas muito queridas que continuam até hoje a perguntar-me como vou fazer este ano. Fico sempre de coração cheio!

Este ano não poderia ser mais apropriado celebrar o Diwali, após tantas mudanças profundas na nossa vida, assim como termos todos sido forçados a olhar para dentro em isolamento. Esta festividade de iluminação de tudo o que é cego e sedento de incompreensão chega num momento crucial, após termos todos enfrentado tantos medos e inseguranças (alguns de nós ainda a viver isso mesmo).

Este ano será celebrado a dia 14 de Novembro e como já a habitual tenho uma meditação que será feita à distância, sem hora marcada, para que consigas aproveitar ao máximo esta energia de profunda clareza e leveza sobre as situações que são mais pesadas de levar neste momento.

O que é necessário?

  • Enviar um e-mail para andre@atlasdoser.com para receberes toda a informação assim como o ficheiro da meditação.
  • Um ambiente calmo e seguro onde te sintas bem.
  • Embeleza o teu ambiente com algum adorno especial, algo simples que transmita o cuidado e carinho para com este momento.
  • Acende uma (ou mais) velas. Não é importante o número mas sim a simbologia de que este é o dia de iluminar a sombra e a incompreensão. (vamos meditar por isso tem cuidado para garantir que a vela está longe de objetos inflamáveis)
  • Permite que a energia flua livremente e aproveita de forma recetiva!

História do Diwali

Existem muitas histórias sobre a vitória do bem contra o mal, mas existem detalhes que fazem com que o Diwali na Índia tenha um cariz especial. O Diwali é também chamado o Festival das luzes, por estar associado à luz do conhecimento, da sabedoria e da consciência universal, que consegue iluminar qualquer sombra que tente travar o teu caminho.

Na tradição hindu, este é o dia festivo que conta a história do dia em que Sir Krishna (Deus primordial, transcendental, detentor da verdade absoluta) mata Narakasura (figura histórica que se tornou cega por conquista e poder sobre a terra e as pessoas). Eu não sou hindu, por esse motivo esta inspiradora história serviu apenas de ponto de partida, para que eu tenha adaptado este dia ao nossos dias e ao nosso momento atual.

Enfrenta a sombra com a certeza de que a luz está e estará sempre contigo! Não só hoje mas todos os dias.

Sentir através da cor

Sentir através da cor

As cores estão no nosso dia-a-dia um pouco por todo o lado. Desde cedo que os pigmentos naturais fazem parte da criação do ser humano, tanto no vestuário como em todos os seus objectos. Após a revolução industrial, sugiram novas formas de produzir em massa, assim como novos pigmentos e formas de os tronar rentáveis. É neste cenário que os primeiros estudos sobre o efeito das cores no ser humano, começam a ser escritos e testados com atenção redobrada, num mundo que estava a começar a ser invadido por novas formas de consumir cor. Com este novo foco, a sociedade também ficou mais alerta com o tempo às propriedades holisticas das cores.

Segundo o meu olhar pessoal, cada pigmento contêm uma estrutura possível de absorver a totalidade do espectro de luz branca e reflectir uma vibração, uma frequência cromática específica. Isto pode ser estudado de duas formas: Todas as cores que usamos connosco criam a absorção de determinadas frequências (oposta à visível); Todas as cores que vejo longe do meu corpo estão a emanar-me uma determinada frequência para o meu corpo. Por exemplo, se escolho vestir uma t-shirt amarela posso estar a precisar de absorver frequências próximas do roxo (a sua cor oposta), ao mesmo tempo que escolho emanar uma vibração amarela. Esta dinâmica ganha outros contornos se acrescentarmos os significados das mesmas. Por exemplo: escolho vestir algo que emana poder pessoal às outras pessoas, mas na realidade eu preciso de transmutar internamente sentimentos mais profundos em mim, para ganhar esse poder realmente (isto em analogia a vestir roupa amarela)

Nota agora sobre o Preto e o Branco, eles para mim representam luminosidades e não cor, por isso podem ter um efeito de iluminar ou escurecer as restantes cores, aumentando a clareza ou não de cada processo.

Vamos olhar um pouco melhor para as cores para entender melhor cada uma delas:

Violeta – integração do caminho espiritual; transmutação; silêncio; alquimia; comunicação clara com a luz e o divino; dissolução de padrões mais profundos e internos; transpessoalidade; transcendência; a cor com uma das frequências mais elevadas.

Magenta – Amor puro e incondicional; visão do sagrado através do coração; poder de distingir entre ego e luz; reconhecimento dos processos internos assim como os processos dos que estão ao nosso redor.

Azul – conhecimento; racionalidade; clareza; calma; pensamento lógico; processos emocionais não expressos; sabedoria do divino; comunicação clara.

Verde – Cura; equilíbrio; capacidade de unir opostos; visão ampla sobre as situações; justiça divina; ligação à mãe terra; verdade; enraizamento; dar e receber.

Amarelo – Estar ao serviço; poder pessoal; reconhecimento das ferramentas ou capacidades pessoais; casamento interno; assumir a luz interna; alegria na acção; comunicação mais expressiva e entusiasta.

Laranja – Criatividade; sensações; mundo dos sentidos; despertar interno para o mundo; liberdade emocional; erotismo; desapego; aprender através da experiência; força para testar e experimentar o mundo.

Vermelho – Acção na matéria; paixão; vitalidade; activação da kundalini; movimento físico; impulsos; instintos; emoções fortes; pulso firme; tomadas de decisão.

Para entenderes também a sua relação oposta, observa a imagem em baixo:

circulo cromático - cromoterapia - consciência cromática - cores holisticas

Nota paralela sobre o dourado: é uma cor que deriva do amarelo, mas com mais brilho, um salto quântico no amarelo. Por isso entendo o dourado como a mais profundo casamento interno, entre o nosso ser primordial e o cosmos divino, o reconhecimento das nossa capacidades não só nesta dimensão como noutras, o acesso a um poder pessoal para lá do campo do que é visível.

Nota paralela sobre o prateado: é um tom que para mim deriva do cinza (preto mais branco), mas numa dimensão superior, logo é a recalibração profunda, é a liga orientadora interna e externa. Na luz prateada não à divisão de cor, é o verdadeiro ponto de equilíbrio da nossa consciência universal.

Todas estas informações são fruto das minhas observações, sente-te livre para comentar e adicionar camadas a toda esta dinâmica!

Olhar o princípio e o fim

Olhar o princípio e o fim

Existem partes de nós que não conseguimos olhar e valorizar, não por serem negativas, mas porque são aspectos tão entranhados na nossa vivência que nem perdemos tempo para lhes dar nome, valor ou sentido.

Estamos demasiado perto de nós para ver que de facto existem qualidades, ou ferramentas tão naturais como respirar. Mas ficam desvalorizadas com um simples “faço de forma automática, nem pensei”.

Durante anos neguei o facto de que existe uma herança de memórias e ferramentas, que iam para lá da minha vida presente. Quanto mais aprendo a soltar a minha intuição, mais entendo a sua aplicação no meu trabalho e no meu dia-a-dia. Não procurem fechar as vossas ideias ou intuições em “caixas” de compreensão lógica, deixem que tudo vá fluindo. É uma mensagem de um anjo ou um guia? Se sentes luz, se é um apoio para a tua vida, então segue essa mensagem.

Este desenho que partilho hoje convosco será parte de algo maior. O que será? não sei explicar ainda, um oráculo diferente, Não interessa o formato, tudo irá fluir, tudo irá fazer sentido mais tarde.

Este tempo que dedico para meditar e ouvir o meu interior, é também tempo para olhar todas estas ferramentas, pois reconhecendo-as é possível dar-lhes força! Tornando o nosso dia-a-dia mais próximo daquilo que é a nossa verdadeira vontade e missão.

Estar neste ponto de análise, é olhar o princípio e o final da história, sem estar a viver nenhum. É reconhecer de onde vens, e de que isso se pode transformar para onde vais.

Dar força a estás ferramentas é potenciar aquilo que é mais puro em ti.
Outras dimensões e planos

Outras dimensões e planos

Há muito tempo que tenho recebido informações sobre as dimensões superiores e/ou inferiores, e acredito que todas estas informações devem ser aglomeradas, não há certos ou errados, mais sim uma adaptação e evoluções constantes, até que consigamos ter um resultado o mais fiel possível.

Neste texto não tentarei criar novos dogmas para a espiritualidade, mas sim partilhar a minha visão sobre a forma como eu vivo e interpreto o que me rodeia. Sente-te livre para comentar e sugerir alterações.

Uma das definições que queria partilhar convosco é a versão das dimensões ou planos como superiores e inferiores. Fez-me sentido durante muito tempo esta “disposição vertical” das dimensões, mas tenho tido cada vez mais respostas sobre a forma como elas acontecem à nossa volta, paralelamente, em vez de se distribuírem na vertical. Porque? A divisão destes planos acontece a um nível subatómico, realmente ínfimo para ser detectado para já. Da mesma forma que eu olho para uma caixa e consigo dizer que tem profundidade, largura e altura, a um nível mais profundo ainda, eu poderia acrescentar outras coordenadas a este objecto, sem nunca sair da análise dele, isto é, sem nunca “subir” ou “descer”. Os planos que não são visíveis a olho nu, são sentidos de outras formas porque realmente “convivem entre nós”.

Para quem já leu artigos sobre a capacidade dos átomos, e outras partículas subatómicas estarem em locais distintos ao mesmo tempo, será fácil começar a imaginar a mecânica daquilo a que vulgarmente se chama de “energia“, chi, prana. Estes estudos não só nos estão a dar respostas para o nosso microcosmos como também começam a mostrar todas as suas ligações e relações com o macrocosmos. Estes testes vão abrindo porta para novas formas de entender os planos e dimensões que se encontram à nossa volta.

Todas estas vibrações e partículas subatómicas transportam as memórias e sensações. Nestes planos ínfimos o tecido do espaço-tempo tem um modo de agir completamente diferente daquilo a que estamos habituados. É por isso que sempre que recebemos mensagens dos nossos guias, ou memórias de vidas passadas, elas podem apresentar-se de formas “impossíveis” ou podem não corresponder a uma linha temporal muito concreta. É também o motivo pelo qual muitas vezes as mensagens não são muito claras, elas não chegam no mesmo registo de espaço-tempo em que vivemos, apesar de se moverem sempre ao nosso lado.

Sempre que nos permitimos desligar deste registo de espaço-tempo, conseguimos abrir espaço a entender os sinais destes outros planos que cruzam o nosso todos os dias. Através da meditação e da escuta activa interior, é possível tornar esta comunicação cada vez mais simples e clara. Assim todos nós temos a capacidade de entender que na realidade estamos todos ligados, todos a aprender e a progredir em conjunto.

De acordo com a minha experiência existem planos mais próximos daquele que é o nosso plano físico, nesses planos principais podemos falar de todos os elementos subatómicos que interferem directamente com a nossa realidade, os poder dos elementais por exemplo, navega entre estes planos. É também nestes 7 planos mais próximos que conseguimos deslocar a nossa consciência energética (ou corpo energético) com maior facilidade e naturalidade. Nos restantes planos, as experiências tornam-se tão refinadas que deixam de ter uma influência directa visível ou perceptível nesta nossa realidade. É também nesses planos que as mensagens começam a ser mais “estranhas” pois o espaço-tempo começa a ser muito oposto ao nosso.

Esta é a minha visão, sente-te livre para acrescentar valor a todas estas informações.

Até breve.

Chaves estelares

Chaves estelares

Acredita sem duvidar.

Existem muitas situações que se encontram em mudança, dias intensos com luas e movimentos estelares que estão a trazer o melhor e o pior ao de cima. Na realidade este é sempre o caminho para uma verdade mais pura, onde abraçamos o nosso lado sombra, curando-o e aceitando a mudança e a real transmutação.

Já lá vai o tempo em que as culpas deviam sempre cair em cima de outro alguém, há várias anos que o nosso mundo está a caminhar para a consciência global, saindo da ideia de que a nossa família, casa, bairro é uma redoma a proteger. É altura de entender que todos nós somos a real redoma. Dá tempo a ti mesmo para sentir o vizinho, a casa, o prédio, o bairro, a cidade, o planeta! Este será o primeiro grande passo evolutivo, a tomada de consciência do trabalho global, porque as etapas seguintes também vão ser complexas… com integração de outros níveis de conhecimento, outros povos astrais, outras realidades e formas de estar e viver!

Durante estes dias mais intensos temos estados a purgar muitos medos e receios antigos, porque as nossas famílias estelares têm comunicado bastante connosco, mesmo que não sintas de forma muito consciência existem chaves estelares que estão a chegar a ti. Códigos feitos para te activar ferramentas ocultas, uma abertura a uma visão mais ampla e mais limpa sobre a tua própria energia, a sua presença e os seus efeitos. E isto pode parecer para ti que estás a ler algo completamente “fora”, mas a realidade é que até os mais cépticos conseguem entender que há algo profundo a mudar.

Aceitemos cada desafio, cada vez que o universo e a vida nos envia provas duras, e cada vez que nos presenteia com surpresas boas, pois na realidade tudo isto são dádivas! A longo prazo entenderemos melhor todo o processo, agora, apenas aceito e recebo.