Celebrar os duendes!

Celebrar os duendes!

Hoje é comemorado o dia do duende, para quem me conhece bem, sabe que não ligo muito a este tipo de dias. A vida deve ser celebrada a qualquer momento e não com datas fixas de calendário. Ainda que não siga estas datas, achei uma boa desculpa para falar nestes belos seres encantados.

Os duendes existem nas brisas e suspiros da natureza.
Quando fechas os olhos e continuas a sentir o brilho de cada flor.

Penso em fadas e duendes desde muito novo, de quando o tempo parava porque ficava a observar as árvores ou as plantas. Há um brilho e uma brisa sempre presente nestas memórias. Por vezes a idade adulta vai fazendo com que esta subtileza se vá perdendo com o tempo.

Em pequeno lembro-me de observar com especial atenção algumas flores, traziam com elas uma sensação de casa e de conforto para outros seres. Hoje, já com uma consciência diferente sobre o tema, acredito nestes seres como extensões da energia e vibração das plantas e da natureza em geral. Se uma planta ou uma rocha tem determinado papel a desempenhar, haverá por perto presenças subtis a acompanhar! Como os pequenos ajudantes da Mãe Natureza.

Os duendes só se deixam observar a quem permite tempo e espaço à observação atenta da natureza. Tornando-se mensageiros de cooperação e fluidez, pois tudo no universo tem um fluxo e uma correspondência. Mesmo que não vejas é possível sentir a sua presença.

Abstrai-te do tempo e das obrigações. Observa uma flor ou uma árvore. Observa até que consigas sentir que estão a começar a conversar uma mesma língua. Permite que ela se mostre para lá do corpo físico que aparenta ter… Serás capaz de ver todos os seres que a habitam.

Admito que para mim nem sempre é fácil distinguir os elementais das plantas dos outros seres que habitam por perto e a ajudam. Os elementais são vibrações mais fixas face à espécie em questão, não só são expressão de uma planta mas por vezes de conjuntos. Já os duendes e fadas são seres mais pontuais, com uma personalidade e consciência mais individual e por isso estão presentes em locais e plantas específicos. Por vezes nem sempre é fácil chegar ao ponto de distinção destas várias formas diferentes de existir, mas com um contacto frequente vai sendo mais simples.

E tu, como observas estes seres mágicos?!

Litha

Litha

O apogeu do Deus Sol, o ponto máximo conhecido também como Solstício de Verão, onde o Sol nos presenteia com o maior número de horas ao longo do dia (isto para o hemisfério norte), celebrado no dia 21 de Junho.

Este ponto alto do ano simboliza a grande maturidade do Deus Solar, o pulsar máximo da sua energia, gerando também essa mesma energia na Mãe Terra que vibra intensamente durante este período, sendo este o grande motivo pelo qual há uma preferência por colher plantas e flores para futuramente transformar em incensos, banhos florais ou para aromatizar a casa. O auge do sol traz também o auge da seiva e da floração ao universo das plantas, garantindo mais poder energético a tudo o que é colhido durante esta fase.

Em várias culturas este dia é celebrado com a invocação ao fogo, criando grandes fogueiras ou através de jogos e festas pois a ligação ao nosso corpo físico estará em evidência durante esta época. É a maturação do calor, da luz e da acção feita até aqui.

Com esta premissa já podemos definir algumas palavras chave a ter durante este período. Expandir, gerar, maturar, colher, florir.

Mas como qualquer auge, ele é em si mesmo o prenúncio da dissipação desta força, pois após a grande dia o Deus Sol irá gradualmente começar a reduzir a sua exposição, recolhendo novamente a sua energia, e dando lugar à noite, aos dias mais frios e à nutrição das emoções mais profundas. É por isso um bom momento para colher e aproveitar ao máximo tudo, pois sabemos que a estabilidade de hoje será o fogo que aquecerá o nosso inverno.

O meu desafio pessoal para este dia será entrar em contacto com a minha expansão actual, valorizando a jornada até aqui, celebrando todos os ganhos e conquistas, e reforçando a minha força pessoal para manter o crescimento firme e estável nos próximos meses!

Diwali – a Luz do conhecimento

Diwali – a Luz do conhecimento

Diwali, o festival das luzes na Índia. Não é necessário saber todo o histórico hindu sobre o festival para entender este dia tão especial. Uma vez por ano as pessoas juntam-se para vestir as melhores roupas, iluminar as suas casas, acender pequenas lamparinas e lançar foguetes, e tudo pela eterna gratidão à luz primordial. A Luz que vence qualquer escuridão que nos assombre.

Este festival celebra, entre outras histórias, a destruição de Narakasura por Sri Krishna, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal. Sem entrar em todo o contexto teológico para este dia e estas divindades. A mensagem é tão bela como: a fé que o bem sempre prevalece. O conhecimento, a iluminação, e a fé são uma benção que destrói qualquer mal, a consciência sobre a ignorância.

Neste ano de 2018, o Diwali será celebrado dia 7 de Novembro, e é com o tema da iluminação pessoal que te lanço este convite!

Iremos partilhar neste dia a benção do conhecimento, da evolução e da iluminação das nossas sombras.

À distância, cada um poderá fazer parte desta grande meditação.

Sem qualquer custo, envia um email para andre@atlasdoser.com para te inscreveres e receberes todas as informações sobre este evento especial.

Juntos fazemos cada luz brilhar mais forte.